Consórcio Garah Itxa

O termo Garaitxa (lê-se Naraitxa) da língua indígena Suruí significa “juntos com a floresta” e simboliza o consórcio liderado pelo IEB, que tem por objetivo a gestão dos territórios indígenas.

Consórcio Garah Itxa

Apresentação

O termo Garah Itxa (lê-se Nhara Itchá) é proveniente da língua indígena Suruí e significa “juntos com a floresta”, tendo o termo sido escolhido por representar os ideais do consórcio.

Objetivo geral

Fortalecer os povos indígenas e suas associações em temas diversos para que eles possam tornar-se participantes plenos de uma estratégia integrada de conservação do corredor etnoambiental Mondé-Kwahiba.

Objetivos específicos

  • Gestão Territorial: fortalecer os povos indígenas e suas organizações, através do aumento das suas capacidades técnicas ao nível local e da expansão de sua influência política ao nível regional e nacional, para assumirem e exercerem explicitamente a sua histórica posição de liderança na conservação;
  • Fortalecimento de Organizações Indígenas: oferecer cursos de curta duração com o intuito de ampliar a compreensão de lideranças indígenas sobre temas relevantes tais como legislação e políticas ambientais, gestão participativa de recursos naturais, elaboração e gestão de projetos e negócios comunitários sustentáveis; e
  • Atividades para Geração de Renda Sustentável: associar planos de gestão territorial indígenas com a criação de atividades economicamente viáveis e ambientalmente sustentáveis.

Beneficiários

Associações indígenas localizadas na região de atuação do projeto.

Área de atuação

O corredor etnoambiental Mondé-Kwahiba está situado no leste de Rondônia, noroeste de Mato Grosso e sul do Amazonas, sendo composto por 13 terras indígenas e 33 unidades de conservação. Nesta região encontram-se 10 povos indígenas e cerca de 30 organizações indígenas beneficiárias, estando as ações do consórcio centradas especialmente em dois sítios ancora: Terras Indígenas Sete de Setembro (povo Suruí) e Nove de Janeiro (povo Parintintin).

Resultados esperados

  • Treinamento de agentes ambientais indígenas
  • Planos de vigilância territorial e mapeamento de riscos
  • Diagnóstico etnoambiental participativo com mapeamento cultural
  • Produção e plantio de mudas para reflorestamento
  • Publicações sobre reflorestamento indígena e corredor etnoambiental
  • Cursos de treinamento e especialização em comunicação, promoção de direitos, gestão do conhecimento e elaboração de projetos
  • Intercâmbios de agentes ambientais indígenas em reflorestamento e ecoturismo
  • Assessoria e treinamento técnico, financeiro e legal
  • Construção e consolidação de redes sociais e políticas
  • Projeto piloto em ecoturismo para duas terras indígenas
  • Plano de negócio para café e banana em uma terra indígena

Organizações parceiras
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Apoio