IEB chega aos 20 anos com foco na formação de povos tradicionais, indígenas e extrativistas

Neste período já foram realizados mais de 40 cursos, com mais de 20 temáticas socioambientais diferentes
O desafio de formar e fortalecer o protagonismo de comunidades tradicionais, indígenas e extrativistas nos temas urgentes para a preservação da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida é travado diariamente pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), que completa duas décadas de atuação em novembro de 2018.

Sediado em Brasília e com escritórios regionais em Belém (PA) e Humaitá (AM), o IEB dedica-se a formar e capacitar pessoas, fortalecer organizações nas áreas de manejo dos recursos naturais, gestão ambiental e territorial e outros temas relacionados à sustentabilidade. “A verdadeira vocação do IEB sempre foi juntar as pessoas, dialogar, e fazer junto”, resumiu a coordenadora executiva e fundadora da instituição, Maria José Gontijo.

Após 10 anos dedicados à capacitação de gestores das esferas federal, estadual e municipal e de ONGs, o Instituto passou a trabalhar com as organizações de base, o que alterou substancialmente o perfil da capacitação e dos cursos organizados.

A partir dessa mudança, o IEB passou a abordar temáticas como desenvolvimento local, negócios sustentáveis e metodologias participativas para a construção de espaços públicos de negociação.

Os processos formativos variam desde cursos oferecidos de maneira pontual, de curta duração, às ações formativas continuadas e pragmáticas. Neste período já foram realizados mais de 40 cursos, com mais de 20 temáticas socioambientais diferentes, dentre eles o Formar PNGATI, Programa de Desenvolvimento de Lideranças e o Formar Castanha.

“O foco é organizar as comunidades para que se tornem capazes de influenciar os rumos das politicas públicas no local. Saímos de um trabalho meio, que era realizado na primeira década, para um trabalho finalístico, onde a coluna vertebral continuou sendo a formação”, conta Maria José.

O IEB busca parcerias e atua para viabilizar interação e intercâmbio entre organizações da sociedade civil, associações comunitárias, cooperativas, instâncias de governo e do setor privado, incorporando os saberes de parceiros, as diferentes culturas e as técnicas populares.






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