Chegamos ao fim de junho e iniciamos apreensivos o segundo semestre por causa da temporada de fogo. Apesar do otimismo dos dados deste ano, que mostram redução de desmatamento e focos de calor, temos um El Niño estabelecido.
Sabemos que o fenômeno não costuma ser gentil com a Amazônia e as previsões sobre a intensidade, mesmo divergentes, não ameniza o porvir. Na última vez que o fenômeno aconteceu, o calor e o tempo seco nos levaram a um cenário assustador. Quem viveu, sabe. Hoje, o agravante, é o colapso climático, que se somará aos efeitos do El Niño. A situação pode ficar crítica.