Este documento denunciou a violação de direitos com relação a saúde da população Warao em Belém e listou as suas principais reivindicações, incluindo a criação de um modelo de saúde intercultural com mediadores culturais e intérpretes, já previsto no Plano de Ação do Conselho Warao Ojiduna (CWO) do Pará.
A carta foi assinada por 25 representantes e foi incluída no relatório final da COMIGRAR. Ela denuncia a ausência de um atendimento adequado por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Belém, apontando para falhas estruturais e falta de diálogo eficaz entre o poder público e as comunidades Warao.