Projeto Cluster

O objetivo de atuar junto à consolidação de planos de manejo praticados por comunidades e indivíduos na Amazônia brasileira. Esta atividade demanda conhecimentos complexos para aprovação e implementação de planos de manejo, processamento e comercialização

Apresentação     

O consórcio é liderado pelo Serviço Florestal Americano (SFA) e as atividades do IEB têm por objetivo o fortalecimento das organizações comunitárias e das redes sociais para promoção do manejo florestal comunitário e familiar na Amazônia brasileira. As iniciativas que estão em andamento pretendem fazer do manejo florestal familiar uma alternativa para a conservação da floresta e para a geração de emprego e renda.

Objetivos

  • Promover o manejo florestal comunitário e familiar por meio da capacitação de lideranças comunitárias;
  • Apoiar a formação técnica em manejo florestal comunitário;
  • Criar espaços de discussões coletivas para o acompanhamento das políticas públicas sobre o tema.

Área de atuação

Pará, Amazonas e Amapá 

Beneficiários

comunidades ribeirinhas, assentados, governos e empresas locais.

 Resultados esperados

  • Elaboração de uma política estadual de apoio à comunidade e ao manejo florestal familiar para o Estado do Pará;
  • Aprimoramento nos procedimentos técnicos para o manejo florestal comunitário adaptado à realidade das comunidades locais no estado do Amazonas;
  • Fortalecer o manejo florestal comunitário e familiar por meio da regulamentação de projetos de assentamento no Estado do Amapá.

Desenvolvimento do projeto

O Cluster auxiliou na construção do conhecimento sobre o manejo florestal comunitário e familiar com a realização de dois seminários, um voltado para a certificação florestal em assentamentos com 70 participantes, e outro sobre formação profissional para o manejo florestal na Amazônia, com 150 pessoas. Houve também investimento em intercâmbios e treinamentos com 25 estudantes que mostraram técnicas silviculturais e experiência de manejo florestal comunitário com açaí e buriti. Os estudantes, após o regresso das comunidades, relataram a oportunidade de vivenciar na prática os dilemas e dificuldades das comunidades na gestão dos seus recursos naturais. A experiência foi fundamental como um complemento à sua formação técnica. Ao longo do ano, três publicações foram produzidas e contribuíram com a disseminação do conhecimento gerado sobre o manejo florestal comunitário e familiar.