Concluída primeira oficina de avaliação do Projeto SulAm Indígena

O SulAm Indígena promove reuniões semestrais com objetivo de promover o acompanhamento do projeto com as associações indígenas parceiras, avaliar como estão sendo desenvolvidas as ações e planejar próximos passos.

O Projeto SulAm indígena: implementando PGTA´s em terras indígenas no Sul do Amazonas, realizou em junho de 2017 a primeira reunião de avaliação, monitoramento e planejamento das ações na região. A atividade aconteceu em Porto Velho/RO.

O IEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil) promoveu com as associações parceiras: OPIAJ, APIAJBAM, FOCIMP, APIJ, APITIPRE, APITEM, OPIPAM E OPAN, o encontro para apresentação das atividades realizadas desde janeiro, além de tratar questões do planejamento técnico e metodológico das ações previstas para o próximo semestre. 

O SulAm Indígena promove reuniões semestrais com objetivo de avaliar com os participantes como estão sendo desenvolvidas as ações do projeto. Segundo Sara Gaia, assessora do Programa Povos Indígenas do IEB, já foram cumpridas algumas ações que fazem parte do projeto como definição de ações futuras, entregas de atividades em andamento, planejamento para o próximo período, entre outras.

Gaia explica que um dos pontos mais importante da atividade foi ter pactuado com os representantes das associações metodologias de trabalho. O projeto apoiado pelo Fundo Amazônia desenvolve ainda formação de agentes ambientes indígenas, uma das principais ações que promovem a gestão territorial das terras das regiões das associações. Além disso, também está contemplado no projeto o fortalecimento das associações indígenas, entre outras atividades.

O IEB está conversando com as associações dos rios Purus e Madeira para entender o que eles pretendem trabalhar em relação à produção dentro das suas terras. As conversas resultarão em um diagnóstico das cadeias de valor das terras indígenas o que indicará os melhores caminhos para o escoamento dessa produção, bem como rotas de mercado etc.

Durante os três anos e meio de projeto, o IEB trabalhará em conjunto com as associações indígenas buscando promover a gestão ambiental e territorial do Sul do Amazonas em quatro eixos fundamentais: fortalecimento das associações indígenas, proteção territorial, formação de agentes ambientais indígenas, apoio à produção indígena e gestão ambiental e territorial.

“Tudo está sendo construído coletivamente. Cada uma das reuniões é pensada com foco nas necessidades das associações e das comunidades e, enquanto não estivermos lá, técnicos de campo continuam prestando assessoria e tocando o projeto até o próximo encontro semestral”, conclui Sara Gaia.

Durante os dias da primeira oficina também foram discutidas as complementariedades do Projeto SulAm Indígena apoiado pelo Fundo Amazônia e o Projeto Nossa Terra, apoiada pela USAID. Ambos têm o objetivo de promover a implementação do PNGATI nas terras indígenas do Sul do Amazonas.

 







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